Um Natal em família, contado passo a passo
Dezembro, uma família de quatro e uma aplicação aberta vinte vezes por semana. Foi assim que tudo se passou cá em casa, por ordem — da primeira conta criada ao último embrulho aberto na noite da Consoada. Em cada etapa, o guia para aprofundar.
A família desta história
- Tomás, que conta a história
- Ema, a companheira dele
- João, o filho deles, de 14 anos
- Leonardo, o filho deles, de 3 anos
- Helena, a mãe do Tomás
- Avó Rosa, a avó do Tomás
- Clara, a irmã dele
- Bruno, o irmão dele
- Duarte, o filho do Bruno
- Tia Sofia
O nosso Natal, capítulo a capítulo
Somos quatro, e nem todos têm conta
A Ema e eu criámos as nossas contas em cinco minutos, e o João, o nosso filho de 14 anos, também. O Leonardo, o mais novo, tem 3 anos: para ele, nada de conta. Registei-o como um familiar a meu cargo. A lista dele sou eu que a mantenho — e, como os presentes são para ele e não para mim, vejo as reservas que lá se fazem e posso fazer as minhas.
Para saber mais: Gestão família & entes queridos
Um grupo para a família, três maneiras de entrar
Criei um grupo «Família». O Bruno, o meu irmão, estava no sofá ao meu lado: digitalizou o código QR que aparecia no meu ecrã. Os meus pais e a avó Rosa receberam um link por mensagem. A tia Sofia, essa, só a tinha ao telefone: ditei-lhe um código de seis dígitos. Três entradas diferentes, um único grupo.
Para saber mais: Partilha & Convites

Cada um com a sua lista, e duas datas que mudam tudo
Cada lista tem duas datas: a do evento e aquela em que vou descobrir quem me ofereceu o quê. Até ao grande dia, os outros reservam, conversam e organizam-se — e eu, até à segunda data, não vejo nada. É essa a ideia: a minha lista está aberta a todos, menos naquilo que estragaria a surpresa.
Para saber mais: Datas & Eventos

A dois na lista do Leonardo
Gerir sozinho a lista de uma criança de 3 anos depressa se torna um jogo de adivinhas. Partilhei a gestão da lista do Leonardo com a Ema: ela acrescenta as ideias dela, vê as reservas tal como eu e pode reservar por conta própria. Duas pessoas, uma lista e a mesma visão do que já está reservado.
Para saber mais: Gestão família & entes queridos

A função de editor, emprestada por uma tarde
A avó Rosa criou a conta, abriu a lista… e ficou-se por três linhas. Ao telefone, ditou-me dez vezes mais. A Clara, a minha irmã, vai visitá-la às quartas-feiras: dei-lhe a função de editor no grupo, e as duas preencheram a lista lado a lado — o título exato do romance, a marca do chá, o tamanho das luvas.
Esta função não se dá às fatias: vale para todas as listas do grupo, não só para a da avó Rosa. Deixa-se a quem ajuda a organizar, ou empresta-se e retira-se quando é só para dar uma mão. E termina onde começa a lista dela: com ou sem a função de editor, a Clara continua sem ver nada do que reservamos para ela.
Para saber mais: Gestão família & entes queridos

Os sogros veem as listas dos miúdos, não as nossas
Os pais da Ema têm o seu próprio grupo e convidaram-nos para lá. Partilhei aí a lista do Leonardo, e o João partilhou a dele. A mesma lista vive, portanto, nos dois grupos: dos dois lados vê-se o que já está reservado, sem que os nomes passem de uma família para a outra. Acabaram-se as prendas repetidas entre as duas famílias. As nossas listas, essas, ficam cá em casa.
Para saber mais: Listas privadas

A loja de brinquedos, o código de barras e a câmara
Sábado, na secção de brinquedos. O Leonardo aponta, eu digitalizo: o brinquedo aterra na lista dele com o nome e a imagem. Duas caixas já não tinham um código de barras legível — fotografei-as, e a ideia preencheu-se quase sozinha.
Para saber mais: Aplicação móvelExtração automática de produto
O mesmo gesto, mas ao contrário
Dois corredores mais à frente, dou com o jogo que o meu sobrinho Duarte tinha posto na lista. Digitalizo-o: a aplicação reconhece-o na lista dele e propõe-me reservá-lo. Ficou feito antes de chegar à caixa — já ninguém mais o vai comprar.
Para saber mais: Aplicação móvelReservas & Contribuições
«Um pijama divertido», e cinco corações noutra ideia
Na minha própria lista, nem sempre tenho uma ideia concreta, e ainda bem: «um pijama divertido», mais nada, eles que escolham. Em contrapartida, no romance de que eu estava mesmo à espera, pus cinco corações. Assim, ninguém se engana sobre o que me daria mais prazer.
Para saber mais: Listas privadas

O João no telemóvel, a Ema no computador
O João procura no telemóvel: quando encontra alguma coisa, partilha a página do produto com a aplicação, e a ideia fica criada. A Ema trabalha no computador: instalou a extensão do navegador e adiciona com um clique a partir da loja, sem sair da página.
Para saber mais: Aplicação móvelExtensão do navegador
A mãe soube antes de mim
A mãe tinha ativado os alertas no telemóvel: no segundo em que o João acrescentou a ideia, ficou a saber. Eu não tinha ativado nada — e, mesmo assim, ao abrir a aplicação à noite, o contador do centro de notificações estava à minha espera, com tudo o que me tinha escapado. Os alertas, escolhe-os cada um; o centro de notificações enche-se de qualquer forma.
Para saber mais: Notificações
Três ideias fixadas no topo
A lista do Leonardo estava a ficar perigosamente comprida. A Ema, que a gere comigo, fixou as três ideias a não perder: ficam no topo da lista para toda a gente. No máximo três — é isso que as torna úteis.
Para saber mais: Listas privadas

Seis copos, três pessoas
A Ema queria completar o serviço: pediu seis copos. A mãe reservou dois, a Clara três, e eu fiquei com o último. Todos viam quantos faltavam — ninguém apareceu com os seis.
Para saber mais: Reservas & Contribuições

«Quem alinha?»
Os auscultadores que o João queria custavam bem mais do que costumamos oferecer. O Bruno propôs oferecê-los em conjunto: indicou a sua parte e depois abriu a conversa na própria ideia, longe dos olhos do interessado: «Eu ponho 60 €, quem completa?». Duas respostas depois, cada um tinha juntado a sua. Ele fechou: os auscultadores passaram a reservados, uma única vez, oferecidos por vários.
Para saber mais: Colaboração em tempo realReservas & Contribuições

A etiqueta que mudou diante dos meus olhos
Uma noite, estava a ver a lista da Clara quando a etiqueta «Oferecido» apareceu numa ideia, diante dos meus olhos, sem eu tocar em nada. Alguém acabava de a reservar, do outro lado do país.
Para saber mais: Colaboração em tempo real
A bicicleta que não estava em nenhuma lista
Desde o verão que sabia que ia oferecer uma bicicleta ao meu sobrinho Duarte, e ela não constava de nenhuma lista. Limitei-me a anunciá-la aos outros: eles veem que já está tratada, e o interessado não sabe de nada. Uma bicicleta em duplicado não tem remédio.
Para saber mais: Presentes fora da lista

O ponto da situação antes das compras
A meio de dezembro, um único ecrã mostrou-me em que pé estava: o que tinha reservado, a minha parte nos auscultadores e a bicicleta que tinha anunciado. Acabou-se a lista rabiscada no fundo do bolso.
Para saber mais: Reservas & Contribuições

Na manhã seguinte
No dia de Natal, a data que eu tinha escolhido, a minha lista abriu-se. Vi quem me tinha oferecido o quê — e, sobretudo, as mensagens deixadas ao reservar. Foi essa a página que li duas vezes.
Para saber mais: Datas & Eventos

E para o ano que vem
A 2 de janeiro, criei uma lista Memo: uma lista que só eu vejo. Vou lá anotando as ideias que me passam pela cabeça ao longo do ano, sem as mostrar a ninguém. No próximo novembro, só terei de as passar para a minha lista a sério.
Para saber mais: Listas Memo

Nada disto exigiu uma organização especial. Só umas quantas listas, um grupo ou dois, e a certeza de que ninguém abriria duas vezes o mesmo presente.
Criar a minha primeira listaAs capturas de ecrã desta página mostram a interface em inglês, mas a aplicação aparece no seu idioma. Os nomes, as listas e os montantes visíveis são fictícios.